segunda-feira, 6 de março de 2017

Interceptando o erro de cupido.




Como alucinações, é uma ideia perfeita. Garantir o fim do sofrimento, ou o direito de igualdade para todos. Porque, se o egoísmo prevalece sobre a terra, de acordo como revela nossa natureza, não apenas os líderes políticos, mas todos nós estamos envolvidos. Somos egoístas e impulsionados pela ação do poder e cada movimento da trama corresponde a poder. O que me perturba mais, além desse "sucesso avareza", é que essa mesma força é usada de uma maneira muito confidencial. Um poder que é eleito na miséria do sofrimento dos outros, que se apropria das necessidades dos outros, não parece digno da confiança das pessoas, porque aqui não há revolução e progresso, mas abuso de autoridade. 
É a luz antiga da história, repetidamente acessa, como a dizer: Informe-se sobre a lei, por favor! No “Book of Legends". SEGURANÇA NA TERRA DA PAZ É ESPERANÇA PARA OS CORAÇÕES INCAUTOS. Ou seja, a conexão entre o sonho de viver uma vida pacífica e saudável em nosso planeta, entra em conflito com a luta obrigatória da sobrevivência, e essa é a marca mais sutil da violência, entre ganhar ou perder poderes, alguns ganham vida, outros a morte. É o mesmo compromisso inflexível, um prazer absoluto, onde essa “cruz” é uma lei e o sentimento de amor, o movimento e o centro do labirinto. Como o centro é um coletivo de sentidos, aqui são agrupadas, diferentes interpretações da realidade.
A percepção de ordem pública e da tirania das distorções existentes são exemplos claros dessa visão descuidada. No entanto, os delírios de "fora" são exemplos de enfermidades, assim considerados pela ciência, como transtornos de pertubação mental. Mas o que dizer sobre a guerra, a opressão psicológica, a corrupção e os assassinatos camuflados? Parece um bom sinal de saúde? Bem, a diferença entre um bom e um mau soldado é que o "mau soldado" antes de ser soldado, é excluído como homem, seja ele quem for, ele é estigmatizado pelos ideais da farda, e visto assim (psicologicamente falando) pela ignorância humana como um atraso para sociedade, demasiadamente comportamental. De modo que os demais, revolucionários diplomatas sem escrúpulos, são honrados e, portanto, inofensivamente os heróis da normalidade. 
Seja como for, como nos mostra Jerome Bosh em seu "pincel imaginário" sobre o mundo medieval, a insensatez humana vai além do orgulho da sua capacidade intelectual, tentando encontrar uma cura para sua própria loucura, seja  essa através da ciência, política ou religião. Seus excessos de "milagres", foram e será sempre uma crise final!

 (Susana Luiz)











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