domingo, 25 de novembro de 2012

A Elevação das Mulheres na Sociedade

A crucificação da palavra por ela mesma.

Afinal, Jesus era heterossexual, homossexual, bissexual, assexuado, negro, branco, índio, asiático?
Quantas pessoas entre " Bruxas " e " Bruxos " morreram inocentemente enforcadas e queimadas?



Nova versão dos Evangelhos muda o sexo do Filho de Deus para feminino

© 2005 WorldNetDaily.com

Um grupo americano está promovendo uma nova edição dos Evangelhos que identifica Cristo como uma mulher chamada Judite Cristo de Nazaré.

O Instituto LBI diz que sua versão, Judite Cristo de Nazaré, Os Evangelhos da Bíblia, Corrigidos para Mostrar que Cristo Era Mulher, Extraídos de Mateus, Marcos, Lucas e João, “corrige” o sexo de Cristo e Deus.

“O texto revisado dos Evangelhos, que há muito se aguardava, torna a mensagem moral de Cristo mais acessível a muitos, e mais iluminadora para todos”, diz Billie Shakespeare, vice-presidente do grupo, em declaração oficial. “Dá mais poder. Publicamos esta nova Bíblia para reconhecer a elevação das mulheres na sociedade”.

A nova versão, de acordo com o grupo, revisou histórias conhecidas, transformando o “Filho Pródigo” na “Filha Pródiga” e a “Oração do Senhor” na “Oração da Senhora”.

Uma passagem compilada de Lucas 2, com versículos correspondentes no começo de cada sentença, diz: “4 E José foi a Belém. 5 Para se alistar com Maria, sua esposa, que estava então grávida. 7 E ela deu à luz seu primeiro bebê. 21 E o nome que foi escolhido para ela foi Judite”.
Uma passagem sobre a crucificação, de João 19, diz: “17 E levando sua cruz ela foi. 18 Ali eles crucificaram Judite”.

Uma passagem sobre a ressurreição de Mateus 28 declara: “1 Maria Madalena e a outra Maria foram ver o túmulo. 5 Mas o anjo disse às mulheres: “Não tenham medo, pois sei que vocês estão buscando Judite que foi crucificada”. 6 “Ela não está aqui; pois Ela ressuscitou”.

A introdução do livro diz: “Omitimos vários acontecimentos do Evangelho que não estão relacionados aos ensinos morais de Cristo. No entanto, mantemos a narrativa básica da vida, morte e ressurreição”.


Ao contrário do que muita gente imagina, a maior parte dos casos de perseguições contra bruxas, queimadas em fogueiras coletivas, não aconteceu na Idade Média, mas no início do período moderno, do final do século 14 ao começo do século 18. Existe muito exagero sobre o assunto, que só começou a ser pesquisado na década de 1970. "Idéias falsas sobre as bruxas persistem até hoje. Jamais existiu qualquer culto de bruxas, envolvendo deusas, demônios ou deuses ancestrais, e as pessoas suspeitas de serem bruxas nunca tiveram conexão com religiões pagãs antigas", afirma o historiador Jeffrey Burton Russell, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Muitas dessas histórias foram alimentadas por escritores românticos do século 19, que criaram mitologias sobre essas figuras - a mulher que entra pelo telhado para chupar o sangue de crianças, bebe e gargalha voando de vassoura... Mas, então, quem eram as pessoas que iam parar na fogueira? Geralmente, eram os chamados hereges, gente que não seguia o catolicismo pregado pela Igreja. Em povoados mais supersticiosos, a coisa era mais complicada: na França do século 15, há registros de epidemias que geraram uma espécie de histeria coletiva - o povo culpava as bruxas pelas doenças. Aí, bastava a mulher ser esquisitona para ser considerada bruxa, perseguida e levada à fogueira. Um caso de preconceito explícito - e numeroso. Calcula-se que entre 40 mil e 50 mil pessoas foram executadas acusadas de bruxaria.

Perseguição aos acusados de bruxaria durou mais de 300 anos
1428
Na cidade de Valais, na Suíça, acontece o primeiro julgamento coletivo de pessoas acusadas como bruxas. Não se conhecem detalhes dos processos ou da quantidade de acusados e condenados, pois os registros foram na maior parte destruídos
1692
Na cidade de Salem, nos EUA, 150 pessoas são presas sob acusação de bruxaria, depois que algumas meninas alegaram ter sido enfeitiçadas. Um tribunal especial é estabelecido para julgar o caso. Dezenove pessoas são condenadas à morte e enforcadas
1793
Embora a data e o local sejam bastante controversos, a última execução por ordem judicial de suspeitas de serem bruxas na Europa parece ter acontecido na Polônia - duas mulheres foram queimadas na fogueira
1586
Publicação do livro O Martelo das Bruxas, escrito por dois frades dominicanos. Por possuir valor legal e religioso (o livro era aceito por católicos e protestantes), a obra serviu nos dois séculos seguintes como manual para identificar e eliminar bruxas.



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